Shared Coaching: onde você também aprende com a experiência do outro!

Por
Elisabete Alves
&
César Caminha
Postado em
1/3/2021

O Coaching, como o conhecemos hoje, nasceu na década de oitenta nos EUA e, atualmente, se consolida como um dos formatos de desenvolvimento pessoal e profissional mais utilizados por aqueles que buscam aprimorar competências específicas, como: feedback, delegação, gestão do tempo, dentre outras. Desde seu surgimento, tem diversificado os formatos, passando de um processo individual (Coaching de Vida, Coaching Executivo, Coaching de Carreira) para modelos em grupo (Coaching de Equipe e Shared Coaching).


O desenvolvimento desses processos em grupo, de acordo com nossas pesquisas informais, pois não há clareza histórica, deve-se ao fato dos coachees perceberem que as poderosas ferramentas utilizadas poderiam ter sua aplicação multiplicada, seu custo otimizado e seus resultados potencializados em processos envolvendo mais de uma pessoa.


A diversidade é um fator natural e importante do agrupamento de pessoas e isto leva a um resultado diferenciado do processo de desenvolvimento. Os resultados são observados no seu dia a dia, ao longo da jornada, e aprofundados nos encontros do Shared Coaching, onde há diversidade em todas as perspectivas.


O Coaching de Equipe, como já declara o próprio nome, é realizado com a reunião de algumas pessoas, sendo estas profissionais da mesma área ou apenas da mesma empresa. Busca, através dos encontros, a solução de um problema em comum, geralmente alinhado com os objetivos da instituição promotora. Indicado para a integração dos participantes, fortalece o sentimento de time e também as tratativas para o enfrentamento dos problemas definidos.

Já o Shared Coaching (coaching compartilhado) é constituído por pessoas diversas, que normalmente não se conhecem e nem têm metas em comum. Os objetivos são traçados individualmente e refletem questões particulares, tais como: “quero me preparar para uma transição de carreira”, “quero assumir uma diretoria na organização” ou “quero melhorar minha relação com minha equipe”. O diferencial deste modelo é se desenvolver por meio do compartilhamento de experiências com os participantes. Isto porque cada coachee pode refletir olhando tanto para sua própria trajetória, quanto para os relatos de seu grupo.

Ademais, é interessante citar o quanto a escuta empática pode promover alternativas aos dilemas pessoais, uma vez que a experiência gera conexões que aprofundam o processo de transformação.

Segundo L. Michael Hall, autor do livro “Coaching de Grupo e de Equipe: Meta-coaching”, o coaching de grupo provoca “um grupo de pessoas a pensar, raciocinar, aprender para conquistar mais do que os indivíduos separadamente. O Coaching de grupo aproxima as pessoas e estas, como um organismo, poderão liberar seus potenciais coletivos de aprendizagem, pensamentos, criatividade e inovação.” E se você pudesse melhorar a partir da experiência do outro, sem sofrer o que o outro sofreu? Venha conhecer – esta oportunidade está ao seu alcance!

Elisabete Alves

Coach, Consultora de Desenvolvimento Humano e professora de pós-graduação e MBA da FAAP sobre temas ligados ao comportamento humano. Sua alta capacidade de escuta empática e paciente, proporciona ambientes de acolhimento, ajudando as pessoas a impulsionarem os caminhos na direção de seus objetivos. 

César Caminha

Refinador e analítico, acredita que é possível garantir que as pessoas, a partir de uma conexão e alinhamento com sua essência e seu propósito, tenham uma vida feliz eíntegra, mantendo uma conexão sustentável e positiva entre as organizações e a sociedade.

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